Obras Favoritas [Sabaki] – Top

post top do sabakai

Opa! Estou voltando depois de um hiato de criatividade e empolgação :v e como vi que apareceu alguns posts de Top’s, por que não voltar com um desses?

Eu gosto de analisar cada detalhe de uma obra de maneira mais objetiva, mas tenho uma regra auto-imposta, a regra que nunca vou fazer análise de uma obra da qual tenho muito apego ou admiração por que tenho medo de que não faça uma análise a altura que aquela obra merece. Mas como esse é um post mais descompromissado e vou poder falar um pouco e livremente sobre cada uma dessas obras, posso me desfazer dessas rédias.

Para nós, Tanaka significa exatamente todos nós. E esse site foi criado com o propósito de qualquer um expressar a sua opinião, sendo uma critica, uma review, uma opinião, ou as suas preferências, no caso as minhas e o melhor de tudo, as postagens deste blog não se limitam apenas às nossas. Você, caro leitor, também pode escrever uma, é só mandar para portaltanaka@gmail.com, seja review ou uma matéria sobre um assunto variado, que nós publicamos e daremos os devidos créditos, e no caso desta coluna, não pediremos para por seus TOPs pessoais nos comentários, daremos a chance de ter sua própria postagem de TOP pessoal. Começaremos aceitando apenas rankings de obras favoritas. Os únicos requisitos são o número minimo de 5 e o máximo de 10 posições, podendo haver  somente um empate.

Só avisando que esse é um top completamente recheado de feels (na verdade, só metade dele).

10 – Crianças Lobo: Ame e Yuki

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Ficha Técnica:
Mídia: Filme
Ano: 2012
Diretor: Mamoru Hosoda
Estúdio: MadHouse

Sinopse: Hana, uma universitária que se apaixona por um “Homem Lobo” e tem 2 filhos com ele, Ame e Yuki, se vê na responsabilidade de criar seus filhos sozinha após o falecimento do marido e dar uma infância feliz à eles.

Amigo… Mamoru Hosoda passa esse feeling agradável e aconchegante que todos os filmes dele tem de um jeito único, e Crianças Lobo é um dos motivos por ele ser meu diretor favorito.

A retratação da maternidade, suas alegrias e suas dores, como algo tão lindo e representado de modo tão simples e Magnifico, seja pelos personagens que são extremamente humanos, pelo ritmo ou pela temática. Tudo isso aliado ao ótimo trabalho da MadHouse na produção do filme e a trilha sonora fazem dele algo simplesmente muito especial pra mim.

Por esses motivos é mais do que Justo que ele esteja no 10° lugar.

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9 – Monster

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Ficha Técnica:
Mídia: Manga
Ano: 1994 – 2001
Autor: Naoki Urasawa
Editora: Shogakukan

Sinopse: Dr. Kenzo Tenma, um neuro cirurgião inconformado com a corrupção politica no hospital onde trabalhava, decidi ir contra uma ordem e atender primeiro uma criança em estado grave a um tenor famoso. Mal sabe ele que nesse dia teria ressuscitado um monstro, Johan. Casos misteriosos de assassinatos a seus superiores tem suas suspeitas recaídas a Tenma e Johan agora desaparece completamente, virando um fantasma. Uma década após, Tenma testemunha Johan, o garoto que ele havia salvo uma década atrás assassinando outro homem e mais uma vez as suspeitas recaem sobre Tenma e ele se torna um fugitivo em busca do fantasma de seu passado para concertar o erro que cometeu no passado de salva-lo.

A Panini começou a publicar esse manga no brasil em 2012 e só chegou ao seu fim agora em 2015, foi uma “jornada” eletrizante e ao mesmo tempo melancólica, tanto tempo acompanhando esse manga acabou fazendo eu ter um carinho por ele muito grande.

Todo ponto em Monster é bom. Personagens, enredo e principalmente ritmo e narrativa (talvez não gostem do traço, mas é compreensível). Ao mesmo tempo que eu poderia reclamar por Monster ter muitos arcos eu poderia elogiar por que todos esses arcos são bons, e o autor tem a maestria de fazer o leitor gostar de todos os personagens que, ao decorrer dos seus 18 volumes, foram tão bem trabalhados e com tanto twists. Da Nina que até quando foi apresentada era completamente misteriosa e interessante mesmo sendo uma criança até os últimos volumes, onde temos um dos maiores plot twists que um personagem pode ter! Alem disso, o autor faz a gente se importar  da Eva, antiga noiva do Tenma, que aparece lá no comecinho do manga até um dos maiores ícones de vilão que a mídia dos mangas já criou, Johan.

Monster sem duvidas é uma das obras mais fantásticas que já saiu do japão e por sua qualidade e por ter ficado tanto tempo acompanhando sua publicação, mais do que merece um lugar nesse top e no meu coração.

Long Love Grimmer <3

Long Love Grimmer ❤

8- Hunter X Hunter 2011

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Ficha Técnica:
Mídia: Anime
Ano: 2011-2014
Autor Original: Yoshihiro Togashi
Estúdio: MadHouse

Sinopse: Gon, um menino de… 14 anos? Quer encontrar seu pai, Ging, e descobrir as maravilhas que o mundo dos Hunters pode oferecer.

Hunter x Hunter é simplesmente o MELHOR Battle Shonen já criado, na minha opinião, é claro.
Ritmo gostoso, personagens incrivelmente carismáticos (Leorio que o diga), ter aquele ar de Battle Shonen de várzea ao mesmo tempo que uma trama bem cerebral está rolando de fundo e ainda manter aquele frio na barriga e empolgação que eu só sentia quando tinha meus 5 anos e assistia Dragon Ball. Claro, tem uma influencia nostálgica por causa do primeiro anime ter passado na TV aberta mas isso não tira mérito nenhum, apesar de não ter dragões, tem uma história simplesmente muito bem amarrada e nenhum arco/saga é ruim.

Hunter x Hunter é um Battle Shonen simplesmente incrível, 10/10 , e que eu sempre vou guardar no coração.

(E eu sempre vou lembrar a letra dessa musica :P)

7 – Chrno Crusade

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Ficha Técnica:
Mídia: Manga
Ano: 1999-2004
Autor: Daisuke Moriyama
Editora: Kadokawa Shoten

Sinopse: Nova York, anos 20. Logo após a Primeira Guerra Mundial o mundo se encontra em um estado de paz. Rosette Chistopher, uma jovem de apenas 16 anos que é freira pertencente a ordem de Magdala e melhor amiga de Chrno, um demônio com quase 100 anos de idade e que matou inúmeros de sua própria raça a mantar a paz do que a policia não pode lidar. Mas após encontrarem pistas sobre o irmão desaparecido de Rosette, Joshua, ela se vê determinada a encarar o fantasma de seu passado que ela e Chrno tem em comum, Aion.

Deve ser nesse momento que quem está lendo se pergunta, “Mas o que raios é isso?” ou “Por que você gosta dessa merda, cara?”. O Motivo é bem simples na real, esse manga foi o que me fez cair de cabeça nesse meio de japonesice.

Eeer… Bem, como eu posso começar? Contando a história de como eu conheci isso e consequentemente virei “otaco” logo em seguida? Não. Talvez um exemplo de “Como nostalgia nos afeta no consumo de uma obra”? Pode ser.

Como é a minha “primeira paixão” logo eu tenho muita, mas MUITA nostalgia quanto a ela e carinho pelos personagens, roteiro e temas abordados. Tanto os personagens principais da trama como Chrno, Rosette, Joshua e Aion são muito bem apresentados e desenvolvidos na medida certa, quanto os personagens secundários como Azmaria, Satella e Padre Remingtom tem papel fundamental no manga para os personagens. Eu sinceramente acho os desenhos e principalmente páginas duplas do Moriyama muito bonitas apesar de ter uma cara de anime muito forte. A relação de personagens e as consequências de seus atos, principalmente quando se fala do passado do Chrno. E até pra quem gosta de fazer ship, é um bom manga (Com obviamente Chrno x Rosette, o Cannon OTP. O final tanto do anime quanto do manga que o diga.).

A grande verdade é que eu não consigo ver defeitos nesse manga (O anime tem muitos… Oh god), gosto de absolutamente tudo nele e isso somado a nostalgia e muitos feels acabou rendendo um lugar permanente no meu coração e sem duvidas é a obra que eu mais tenho carinho.

A história de um demônio e uma freira.

A história de um demônio e uma freira.

 6 – Koe no Katachi

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Ficha Técnica:
Mídia: Manga
Ano: 2013 – 2014
Autor: Yoshitoki Ooima
Editora: Kodansha

Sinopse: Ishida Shouya, um menino estudante do primário que infernizava a vida de Nishimya Shouko, uma colega de classe que é deficiente auditiva ao ponto de faze-lá se transferir vê todo o bullying que cometeu voltando para si próprio. Anos mais tarde Ishida, arrependido do que fez decide se desculpar e logo em seguida cometer suicídio.

Oque dizer desse amorzinho? Koe no Katachi é uma obra meio que previsível quanto ao futuro que ela vai tomar, mas mesmo assim ela consegue ser tocante e com uma temática que nos faz pensar no que já fizemos na infância, por exemplo, quantas vezes nós já fomos o que comete o bullying e não percebemos quando criança?

Todos os personagens são carismáticos (exceto o amigo gordinho do Ishida, ele é irritante), os conflitos são bem feitos, o simbolismo é muito bem utilizado e a interação entre os personagens é perfeita. Pode ter um final que não me agrada muito? Pode, concordemos que todos nós acharíamos que faltou algo no final mas mesmo com esse “defeito” [que se você acha defeito é por que você é um shiper do caralho!(eu incluso)] ele consegue sim tocar fundo no seu coração, é o tipo de manga que você não simplesmente o lê, mas sim, tem uma experiencia de leitura.

Não há o que falar sobre Koe no Katachi, somente sentir.

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5 – Fullmetal Alchemist

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Ficha Técnica:
Mídia: Anime
Ano: 2009 – 2010
Autor Original: Hiromu Arakawa
Estúdio: Bones

Sinopse: Você conhece Fullmetal, não precisa de sinopse.

O que FMA tem pra ser dito, já foi e à muito tempo mas pra não deixar essa parte muito vazia eu vou contar um pouco da minha história com esse anime~

Fullmetal Alchemist foi exibido no brasil na TV aberta, no mesmo bloco do primeiro anime do primeiro Hunter x Hunter (é até uma coincidência bem irônica pensar que ambos tiveram remakes anos depois).
Ter Fullmetal Alchemist e Hunter x Hunter, um atrás do outro era simplesmente fantástico pra minha infância, o passado dos personagens, as motivações, objetivos e uma trama sem nenhum furo e que me atraia, mesmo naquela idade, era simplesmente incrível.
Inclusive, foi o primeiro anime que me fez chorar, ainda com meus 8 ou 9 anos.

4 – Lúcifer e o Martelo

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Ficha Técnica:
Mídia: Manga
Ano: 2005 – 2010
Autor: Satoshi Mizukami
Editora: Shonen Gahosha

Sinopse: Yuuhi Amamiya, um jovem universitário que leva uma vida comum amanhece certo dia com Noi Crescent, um lagarto falante em sua cama o convidando a salvar o mundo ao lado dos cavaleiros das feras, o que Noi não esperava era que Yuuhi, um dos destinados a ser cavaleiro, simplesmente queria mais que o mundo fosse destruído.

Lúcifer e o Martelo é um manga sensacional e até que bem simples e com uma mensagem bem clara “Amadurecimento”, todos os personagens são “fáceis” de se assimilar e incrivelmente carismáticos, e isso acabou criando uma relação comigo que ao fim do volume 1, eu já conseguiria me importar com todos os personagens apresentados (Cavaleiro de cachorro sabe ;-;).

Esse manga tem ação, tem dialogo, lutas incríveis, piadas REALMENTE hilárias, é inteligente sem ser complicado, ótimos personagens (não tem um personagem mau construído ou mau aproveitado), esse manga conversa com o leitor, ele te pega na mão e te guia por algo simples e divertido mas que pode ser bem cruel em alguns pontos e ensina uma lição valiosa no final.

É o tipo de obra que todo mundo guarda no peito com carinho; vou sem duvidas pedir daqui à uma década, uma edição de luxo pra JBC e apresentar esse manga pros meus filhos quando for a hora deles… Não duvido que Lúcifer e o Martelo esteja no Top 10 de todo resto da Staff do Portal Tanaka e não é à toa, esse manga é muito especial pra mim e acho que todos deveriam ler e aproveitar essa (pra mim) obra-prima dos quadrinhos.

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3 – Oyasumi Punpun

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Ficha Técnica:
Mídia: Manga
Ano: 2007 – 2013
Autor: Inio Asano
Editora: Shogakukan

Sinopse: O manga segue a vida de Punpun Puniama, um menino comum do primário – retratado como um pequeno pássaro – até sua vida adulta. Passando por seus dramas, desilusões e transformações.

Boa Noite, Punpun é o tipo de manga que te faz entrar no drama do personagem, e o Inio Asano sabe fazer isso como ninguém, Punpun no começo é bem inocente e ingenuo mas ao decorrer da trama nos acompanhamos o que faz ele se transformar em algo repulsivo e mesmo assim compreendemos o personagem completamente. Desde a crença mais boba do Punpun até o momento em que vemos o seu único e verdadeiro sonho se transformando na pior coisa que ele poderia desejar, acompanhamos tudo ao lado do Punpun e até sofrendo com ele em muitos pontos (não é à toa que muitos dizem que esse manga dá uma depressão desgraçada)

Como tinha dito anteriormente, o que mais me faz gostar de uma obra são os personagens, e meu amigo, personagem é algo que o Inio Asano sabe fazer (ou os que importam, pelo menos), quem já leu Solanin, sabe muito bem disso. E é pelo drama muito bem feito, por esses personagens tão bem construídos e pela imersividade que esse manga é algo muito mais que um simples 10/10 pra mim.

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2 – Monogatari Series

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Ficha Técnica:
Mídia: Anime
Ano: 2009 – Em Andamento
Autor Original: NisiOisiN
Estúdio: Shaft

Sinopse: O anime Acompanha as desventuras sobrenaturais em que Araragi Koyomi se mete sempre ao lado de uma personagem que é um completo esteriótipo de anime.

Olha… ainda bem que a ficha técnica não pode gênero pois se não eu não faria ideia do que colocar ou deixar de colocar nessa posição, mas aqui vai um pequeno chute: Comédia, Ação, Diálogo, Drama, Romance, Pescoços Quebrados, Aventura, Suspense, Shaft, Mistério, Esporte, Cortes, Histórico e Sobrenatural… E eu não estou brincando, Monogatari é uma grande caçarola louca e mesmo assim algo muito bem feito.

Monogatari é quase um Guilty Pleasure pra mim, não tenho feels como todas os outras obras desse top mas ele representa muita coisa que eu curto em anime em geral: Personagens, Trilha Sonora, Narrativa, Trama, Estética, Fotografia e o jeito Shaft de ser.

Sou completamente apaixonado pelos personagens; Ao contrário do Inio Asano em que temos alguns personagens fortes demais e alguns outros nem tanto, NisiOisiN consegue deixar todos no mesmo nível mesmo que não cheguem nem perto da profundidade do Asano, mas até a Yotsugi que eu particularmente não gosto tem alguns arcos em que é centro e acaba ganhando suas complexidades como personagem.

Toda a Narrativa/Shaft way, com um jeito até experimental dos cortes – telas que aparecem do nada em meio ao diálogo com algo completamente inútil, que dita o ritmo da cena ou até que complementa o entendimento da obra – é uma artificio que eu acho muito bacana, o jeito todo diferente de como os personagens agem e a melancolia as vezes não perceptível que existe por todo o anime.

Menção Honrosa:

Bem… existem mais de 10 obras 10/10 no meu coração por aí mas é um Top 10, tenho que seguir as regras :v Ainda bem existe esse espaço pra eu não desmerecer essas outras coisas que amo tanto ❤

Solanin – Manga
Hokuto no Ken – Manga
Oregairu – Anime
Madoka Magica – Anime
Aku no Hana – Manga
Perfect Blue – Filme
Wake Up, Girls! – Anime
Fate/Zero (RIDEEEEEEER!) – Anime
Guilty [Pleasure] Crown – Anime
Durarara!! – Anime

1 – Neon Genesis Evangelion

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 Ficha Técnica:
Mídia: Anime
Ano: 1995 – 1996
Diretor: Hideaki Anno
Estúdio: Gainax

Sinopse: Ano de 2015, Tokyo – 3 é atacada por monstros alienígenas gigantes e resistentes a qualquer tipo normal de poder bélico, os Angels, e Shinji Ikari de 14 anos é incumbido por seu pai, Gendo Ikari, a pilotar a única esperança da humanidade, os EVAs.

Evangelion é algo incrível e muitos acham overrated, ou que a história não dá foco pro que é importante, ou que é só simbolismo que se faz de inteligente… MANO, VÃO TOMAR NOS SEUS CUS! Evangelion é tudo isso sim, transcende por muito um mero 10/10 e se você não concorda é por que não entendeu a obra e seus elementos, simples assim.

Desabafos a parte, é uma obra que até o presente momento, após 20 anos de seu lançamento ainda se mostra nem um pouco datado (fora a qualidade, não tinha Full HD em 95, oras :v). Eu considero Evangelion com duas linhas de narrativa, a narrativa dos fatos e a narrativa dos personagens, e é essa (meio que) desconexão entre as duas que é progressiva ao decorrer da trama que me encanta alem, é claro, dos personagens, da interação entre eles e da história em si.

Cada personagem na trama é único, tanto que nos dois famosos últimos episódios os personagens que mais foram construídos pra ter nosso afeto são trancados em suas próprias mentes e tem seu próprio momento de “realização e descoberta pessoal”.

Evangelion ainda consegue dialogar perfeitamente com o expectador, com um efeito parecido com o de Oyasumi Punpun de “te deixar numa bad” e com sua mensagem final, que pra mim é o grande trunfo advindo desse diálogo que é algo tão simples e mesmo assim tão profundo que consegue “tirar da bad” que o próprio anime te fez ter; Sou putinha de Evangelion? Sou e com orgulho.

Obrigado, meu pai. Adeus, minha mãe. E à todas as crianças, parabéns.

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2 Respostas para “Obras Favoritas [Sabaki] – Top

  1. Faltou um Hokuto no Ken entre os 10 e não só na menção honrosa, po! xD

    E mais uma coisa: abertura de HxH em português >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>> esse top >>>>>>> abertura em japonês

    Curtido por 1 pessoa

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