A Ambição Como o Sonho da Real Liberdade

post corrente

Texto referenciado nos episódios 27 até 35 de Legend of the Galactic Heroes.

Diálogo entre Yang e Julian:

 “-As Forças Armadas são uma ferramenta para violência, e há dois tipos de violência.

-Boa e má violência?

-Não é isso. Violência para controlar e reprimir, e violência como meio de liberdade. Você sabe que o chamado exército Nacional na verdade serve ao primeiro tipo de violência. É uma pena, mas a história não mente. Quando quem está no poder confronta a oposição do povo, não há exemplos do exército ao lado do povo. No passado, em qualquer país, as Forças Armadas em si evoluíram para uma estrutura de poder e vieram a controlar o povo pela violência. (…)

-Mas você se opôs a isso, não foi? Quero ser um soldado como você, mesmo que seja algo idealista.

-Ei,ei, isso me preocupa. Você sabe muito bem que meu ideal nunca foi ser soldado.

-Um historiador…

– Sim. A caneta é mais forte que a espada! Nas relações humanas, é difícil achar a verdade, e por isso que esta expressão é verdadeira. Não pudemos depor Rudolf com a espada, mas expomos seus crimes contra a sociedade, e este é o poder da caneta. A caneta pode tanto depor um ditador de centenas de anos atrás quanto um tirano de mais de mil anos atrás.

– Mas no fim isso não serve só para explicar o passado?

-O passado? Ouça, Julian, enquanto a história humana continuar, o passado se acumulará para sempre. A história não é só relembrar o passado, ela também é prova de que a civilização avançou até o presente. Nossa civilização atual teve como alicerce o passado. Entendeu?

-Sim

-No longo fluir do tempo, os seres nunca sabem nada sobre seus ancestrais, exceto sobre os genes herdados, mas os humanos têm a história. Ter uma história diferencia a humanidade de todas as outras espécies. É por isso que queria ser um historiador. O único motivo pela qual estou nesta triste situação é que tomei um primeiro ato péssimo.”

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A ambição dos Homens

Dentro da turbulência de sonhos, emoções e sentimentos, existem aqueles que seguem em frente, correndo atrás de seus desejos interiores supérfluos e egoístas, que são justificados como sonhos. E existe um Tabu no qual os sonhos de ninguém devem ser questionados, que na corrente conhecida como vida, os sonhos são o motivo real para a vida ter razão de existir, afinal, sem os sonhos qual seria o sentido da vida?

E se faz interessante a visão de que o sonho é uma desculpa para “fazer o que dá na telha”, o que demonstra que viver por um sonho é o mesmo de viver por sua liberdade de fazer o que quiser, na hora que quiser, pelo menos no que a realidade permitir fazer. Todos esses pensamentos são tão juvenis e tão belos, sonhar, viver, ser livre, seguir em frente sem ter medo de errar. Mas o que de fato significa viver por um sonho?
Tirando a cortina poética, o sonho em sua realidade designa a ambição de um indivíduo. Ambição que o fará seguir em frente, pelo desejo de que seus objetivos se realizem, mas porque sonho e ambição não tidos como sinônimos? É uma pergunta que eu sempre me fiz, no qual só enxergo uma resposta:

“Ambição é a materialização do sonho na realidade. Um sonho só considera a parte positiva, a parte idealizada de algo, mas a ambição materializa na realidade todas as consequências daquele desejo”.

Legend of the Galactic Heroes no fim acaba sendo uma história não sobre sonhos, mas sim sobre ambições, as reais ambições dos homens. Seja a ambição de Reinhard de conquistar a Galáxia, seja a ambição do Yang de se tornar um historiador, seja a ambição do Julian de se tornar um soldado, seja a ambição do Mittermeyer de se casar, seja a ambição do Reuenthal de se vingar das mulheres ou mesmo a ambição o Adrian Rubinsky de controlar o Universo por debaixo dos panos. E nesse contexto todo, muitas ambições passam por cima da liberdade e do sonho de outras pessoas, o que culmina sempre em um conflito entre a própria humanidade. Afinal até que ponto alguém pode ter um sonho que impeça os sonhos dos outros? Quando é que a ambição de alguém tem direito de ser maior do que a vida de muitos?

No fim, o maior desejo de qualquer pessoa é sonhar sem ter que lidar com o peso da realidade sobre as suas costas, mas isso será mesmo possível?

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O jogo do Poder

É um senso comum o fato de que as pessoas de autoridade e influência jogam entre si pelo poder, sendo a vida das pessoas suas fichas de aposta. Na história da Galáxia, isso é muito bem visualizado pelas ações de Phezzan, o estado Neutro que controla o comércio indireto entre a Aliança e o Império. Uma regra de qualquer sociedade é que seus instrumentos de manutenção vão sempre lutar para que Phezzan exista e para que seu poder não diminua. Por isso, Phezzan jamais vai querer que a paz entre a Aliança e o Império se estabeleça, pois esse dia será o dia em que Phezzan irá cair definitivamente.

Assim, Adrian Rubinsky se engaja em um plano para dominar a economia do Império ao mesmo tempo em que usa do seu poder e influência para desestabilizar a Aliança dos Planetas Livres da melhor forma que pode.

Na Aliança, por sua vez, vemos o Governo liderado por Job Truniht jogando da forma que pode para impedir a ameaça que Yang tem, seja por sua força militar, seja por sua popularidade como herói da Democracia. E isso expõe os maiores problemas que uma Democracia enfrenta. A necessidade de ter um confronto e debate interno entre doutrinas e ideologias diferentes joga as autoridades de um Governo como inimigos, fazendo com que existam inimigos internos além de inimigos externos. Em um ambiente assim, como se esperar que as melhores ações para a sociedade sejam tomadas se os encarregados do poder já estão ocupados protegendo a legitimidade do seu próprio poder?

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Isso expõe algo muito simples, uma verdade que todos sabem, mas que ninguém de fato luta para mudar:

– Os governantes de uma Democracia são aqueles que estão dispostos a jogar sujo para chegar ao poder. Os indivíduos que teriam o real caráter para assumir esses cargos nunca poderão competir com os corruptos que os jogarão para trás. O sistema em si propicia um ambiente para que os não aptos cheguem aos postos de comando.

No Império, por sua vez, a disputa interna entre os Nobres que queriam assumir o trono acabou e finalmente temos um governo totalitário unido em prol de enfrentar um inimigo externo. Ideologicamente, humanitariamente podem existir inúmeros problemas em se aceitar um Ditadura, mas nesse modelo, se o caráter do governante for correto, ele é o tipo de governo mais eficiente que pode existir e essa é a grande ameaça que Yang Wenli pode enfrentar. Vejam um questionamento do próprio Yang:

“A nação que ignora as desigualdades sociais e aumenta “por coincidência” o orçamento das Forças Armadas, e com isso usa seu poder interno para oprimir os cidadãos sob o pretexto de invasão por um inimigo externo é uma nação a caminho da extinção e este é o estado atual de nossa nação.

Além disso, no momento não temos poder suficiente para invadir o Império. Mesmo se tivéssemos um poder puro, devido à derrota em Amlitzer vemos um declínio notável no poderia militar, mas não é só isso.  As finanças da nação, a capacidade de produção e os recursos humanos estão todos em queda. A existência da fortaleza de Iserlohn é o que torna a defesa nacional minimamente possível. O que devemos fazer é coexistir com o reinado de Lohengramm.

A administração de Goldenbaum era exemplo de um sistema político democrático que gerou uma administração das mais antidemocráticas. Mas o governo Lohengramm é um exemplo de governo não-democraticamente constituído que está começando uma administração excepcionalmente democrática. Não é governada pelo povo, mas no momento governa para o povo. Quando reconhecermos isso, a coexistência do Lohengramm não se tornará apenas possível, se tornará necessária. “

Yang Wenli

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Reinhard von Lohengramm x Rudolf von Goldenbaum

“A humanidade não necessariamente precisa estar sob a égide de uma única nação. Não me importaria se a Aliança e o Império coexistissem pacificamente. A ditadura em si não é ruim. É só outra forma de governo. A questão é como você a usa em benefício da sociedade. O príncipe Lohengramm fará um governo bom, eficiente e imparcial. O Império já começou reformas nesta direção. Na verdade, ao invés da democracia, é a ditadura que realiza mudanças drásticas como reformas governistas. Mas acho que a humanidade deve evitar ser unida por uma ditadura. “

Yang Wenli

Ambos foram líderes que derrubaram o poder vigente para estabelecer seus governos pessoais sobre o Império. Mas o que de fato diferencia suas ações?

Rudolf von Goldenbaum foi um político na época em que o Império ainda era uma democracia, uma democracia em completa crise. A sociedade havia se estagnado cientificamente e politicamente. Uma sombra cobriu a Federação Galáctica, com o pessimismo superando a esperança. Essa época ficou conhecida pela selvageria e pelo egoísmo predominante, onde a ambição individual imperava sobre a ética e a moral. A sociedade perdeu a habilidade de agir e a vida social e cultura desceu ladeira rumo à decadência. Os viciados em drogas ilegais, o álcool, a promiscuidade sexual e o misticismo proliferaram. A tendência de subestimar a vida e a criticar a moralidade ganhou muito espaço.
Nesse cenário, Rudolf surgiu como uma nova esperança, um novo herói para a população e usando de seu carisma e popularidade se tornou um poderoso político na Federação, onde usando de sua base política sólida, ele conseguiu atingir o cargo de premiê e presidente ao mesmo tempo, dois cargos que juntos ofereciam um poder absoluto. E a partir disso, ele implementou inúmeras reformas e se proclamou Imperador. E o fato incontestável é que a maioria da população daquela época apoiava Rudolf como novo Imperador, ou seja, o Governo de Rudolf tinha uma base inicial democrática. E usando de todo seu poder, ele tornou o Governo eficiente e aboliu as práticas malignas da sociedade, diminuiu o crime, diminuiu a delinquência juvenil e restaurou uma postura mais conservadora a sociedade.

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O que fica claro é que Rudolf agiu energeticamente para combater os males que impregnavam a Federação e sua herança foi o Império Galáctico que foi apodrecendo ao passar do tempo, até a ascensão de Reinhard ao poder absoluto, como um remédio as práticas ruins da Dinastia Goldenbaum. E é interessante notar que tanto Reinhard quanto Rudolf inicialmente tiveram a aceitação da maior parte da população, o que nós leva ao questionamento:

Até quando a Dinastia Lohengramm vai se manter governando para o povo? Até quando a história enxergará Reinhard com bons olhos?

A hipocrisia dos homens

A prisão de Yang pelo governo da Aliança representa muito bem o quanto à hipocrisia pode imperar em uma Democracia. A necessidade de manutenção do poder trás conflitos internos entre todos que detém poder, mostrando um fato inegável nas ações humanas. O fato de que os indivíduos nunca podem confiar nas intenções de outros. Ter confiança em alguém é o mesmo que oferecer as costas para ser apunhalado e ser inteligente é saber que o punhal só vai aparecer quando o traidor tiver muito a ganhar pela traição. Yang nesse cenário sabe muito bem que o punhal não surgiu nas suas costas somente porque ele é o único que pode mostrar um desafio ao poder atual do Império.

E essa é uma linha bem tênue abordada em Legend of the Galactic Heroes, o fator confiança. Até que ponto o julgamento de caráter de alguém poder ser o suficiente para se estabelecer um voto de confiança? Até que ponto você pode confiar em alguém? Muito dizem que apenas verdadeiros amigos podem ser totalmente dignos de confiança ao mesmo tempo em que muitos pais traem seus filhos, muitos casais traem seu parceiro e muitos amigos fingem serem amigos. Saber quando a verdade termina e quando a hipocrisia começa é o maior desafio para se estabelecer relações entre as pessoas.

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A Liberdade e a Ilusão de Liberdade

“Liberdade significa o direito de agir segundo o seu livre arbítrio, de acordo com a própria vontade, desde que não prejudique outra pessoa, é a sensação de estar livre e não depender de ninguém. Liberdade é também um conjunto de idéias liberais e dos direitos de cada cidadão.

Liberdade é classificada pela filosofia, como a independência do ser humano, o poder de ter autonomia e espontaneidade. A liberdade é um conceito utópico, uma vez que é questionável se realmente os indivíduos tem a liberdade que dizem ter, se com as mídias ela realmente existe, ou não. Diversos pensadores e filósofos dissertaram sobre a liberdade, como Sartre, Descartes, Kant, Marx e outros.

A liberdade de expressão é a garantia e a capacidade dada a um indivíduo, que lhe permite expressar as suas opiniões e crenças sem ser censurado. Apesar disso, estão previstos alguns casos em que se verifica a restrição legítima da liberdade de expressão, quando a opinião ou crença tem o objetivo discriminar uma pessoa ou grupo específico através de declarações injuriosas e difamatórias.”

FONTE: http://www.significados.com.br/liberdade/

Um grande questionamento da filosofia é quanto ao conceito de liberdade. A definição acima se baseia no livre arbítrio que teoricamente todos os indivíduos possuem, seja a liberdade de ação, seja a liberdade de expressão. Mas será que a liberdade realmente existe?

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Durante a prisão de Yang, sua assistente Frederica tenta arrumar inúmeras maneiras de libertar Yang e no processo descobre que o Governo controla a liberdade de expressão através da mídia. O comitê Edwards que queria denunciar a injustiça no serviço militar foi silenciado facilmente, evidenciando uma simples e dura verdade:

A liberdade de agir, a liberdade de se expressar está sempre ligada a quanto poder se tem.

*Piratas, um símbolo moderno da luta pela liberdade*

*Piratas, um símbolo moderno da luta pela liberdade*

Um fato incontestável é que a liberdade sempre será refém das consequências de tal liberdade, em outras palavras, toda ação vai gerar uma reação e isso é imutável. Se você assassinar alguém, você será preso. Se você xingar alguém, você será xingado de volta ou poderá tomar um soco. Se você pular de um prédio alto, a força de impacto no solo te causará graves danos, podendo ocasionar sua morte. Uma ação que sempre será refém de uma reação pode ser chamada de uma ação livre? Uma ação que é ligada a quantidade de poder que se tem é realmente uma liberdade?

“Mas Yang Shin a liberdade de agir, mesmo com uma consequência não é liberdade?”

Agir mesmo com uma consequência pode ser interpretado como uma liberdade, mas é uma certeza absoluta que isso não é uma liberdade completa. Por exemplo, limitar a liberdade de expressão não é colocar mordaças na boca de todo mundo para que ninguém fale, limitar a liberdade de expressão é perseguir as pessoas que falam o que você não quer. Então, prender uma pessoa pelo que ela fala é uma limitação da liberdade de expressão, ao mesmo tempo que xingar uma pessoa pelo que ela fala é analogamente uma limitação da liberdade de expressão. Imputar uma reação a um ato é impedir sua livre ação, o que exemplifica muito bem que a liberdade de fato não existe.

Mas vamos considerar que a ação em si, sem considerar sua reação é uma liberdade. Nessa ideia ilusória, o ser humano ainda não seria livre. Já que ele é incapacitado pela própria realidade a fazer o que seu livre arbítrio deseja. Por exemplo, é impossível uma pessoa voar sem o auxílio de equipamentos, o que denota uma falta de liberdade. Uma pessoa não pode viver para sempre, o que delimita uma falta de liberdade. Você não pode namorar uma menina do qual você gosta sem o consentimento dela, o que delimita uma falta de liberdade. E assim chegamos ao ponto central:

Liberdade é Poder e Poder é Liberdade.

Se uma pessoa for poderosa o suficiente, ela pode voar, pode matar sem sofrer retaliações por esse ato, pode xingar e impedir de ser xingado de volta e ainda pode pular de um prédio em queda livre e sobreviver.

A verdade é que a liberdade absoluta não existe. Todos os homens que buscam o poder, que ambicionam o poder, que lutam pelo poder são homens que na verdade buscam um pouco mais de liberdade, a liberdade de mandar nos outros, a liberdade de terem seu egoísmo correspondido, a liberdade de se sentirem superior aos outros, essa é a liberdade que minúsculo poder dos homens pode propiciar.

Por isso, seja em uma Ditadura, seja em uma Democracia, liberdade e justiça são apenas justificativas da vontade dos poderosos e a sociedade aceita a ilusão de que é realmente livre. Se você chegou até aqui e não acredita em mim, vou te dar um exemplo de uma nação que exalta sua liberdade, os Estados Unidos da América.

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Edward Joseph Snowden ex-membro da CIA, denunciou um esquema de espionagem mundial dos Estados Unidos por todo o mundo. Ele estava querendo assegurar a privacidade que os cidadãos americanos deveriam ter assegurados pela Constituição e o resultado de sua “liberdade de se expressar” foi sua perseguição. Todos que leram sobre o caso sabem que se Snowden voltar aos EUA ele no mínimo vai ser preso pro resto da vida, isso se ele não for executado. Talvez se Snowden fosse poderosos o suficiente, ele pudesse denunciar a NSA sem correr tanto risco.

No fim, a liberdade de fato não existe e todos nós estamos delirando em um sonho de que somos livres, mas tudo não passa de um pesadelo no qual a liberdade é uma doce ilusão.

A Oitava Batalha de Iserlohn

O Império Galáctico fez sua jogada audaciosa, em um plano secretamente elaborado por Phezzan. Afinal, quais as chances de se perder para Iserlohn usando outra Fortaleza gigante como arma?

O ataque de larga escala começa e Yang está a bilhões de quilômetros de Iserlohn. Como estratégia primária, o exército a Aliança decide por fazer uma guerra de atrito para conseguir tempo até Yang retornar ao Front. Mas que mágica Yang poderia fazer para desequilibrar uma enorme batalha de fortalezas? Será que Legend of the Galactic Heroes vai apelar para protagonismo pela primeira vez?

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A batalha começa com ataques diretos com os canhões das fortalezas. Em seguida o Império tenta um a assalto surpresa a superfície de Iserlohn, que é repelida facilmente.

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Quatro dias se passam com agressões até que o Almirante Muller saia com sua frota contornando Iserlohn ao mesmo tempo em que Kempff se aproxima com Geiersburg. Devido a alta massa da Fortaleza, se aproveitando do efeito Maré, eles atraem a cobertura de metal líquida para frente, fazendo o martelo de Thor ficar submerso.

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Assim o Almirante Muller pela retaguarda está livre do martelo de Thor ao mesmo tempo que a barreira traseira de hidrometal ficou enfraquecida, o suficiente para uma frota romper a couraça externa de Iserlohn.

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Uma batalha de curto alcance com caças começam, com Julian, Konev e Poplan ajudando a segurar a ofensiva do Império.

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Almirante Merkatz elabora um plano e comando decide oferecer sua confiança nele, mesmo sendo um ex-inimigo. Iserlohn ataca com o martelo de Thor de um ponto ruim pelos problemas de gravidade, mas mesmo assim obriga Muller e recuar e agrupar. Nisso Merkatz sai com sua frota e rodeia um pouco a superfície de Iserlohn no sentido horário. Muller decide ir no sentido anti-horário e acaba sendo alvejado pelas torres de tiro.

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Nisso Merkatz da meia volta e acaba atando Muller de três direções ao mesmo tempo, o deixando em uma situação de desvantagem grande, fazendo com que Kempff mande reforços e possibilite o recuo de Muller. O ataque do Império novamente falha.

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Enquanto isso, Yang se aproxima de Iserlohn com reforços, mas ele é detectado pelo inimigo. E nisso, eles elaboram seu ultimo plano de atacar em separado a frota que está em Iserlohn e a frota que está chegando com Yang. Felizmente Julian e Yang conseguem prever a estratégia inimiga e assim pensam em um contra-ataque em separado.

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Com isso, o Império ataca Yang enquanto é perseguido por Merkatz. Yang recua ao mesmo passo em que o inimigo avança, até que Kempff ordena que a frota aumente a velocidade. Yang abre sua formação ficando em vantagem enquanto espera a frota de Merkatz se juntar a sua.

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Kempff é obrigado a recuar sofrendo muitas baixas enquanto Merkatz deixa o inimigo fugir para poder se juntar a Yang. Como medida extrema, Kempff decide jogar Geiersburg contra Iserlohn mas Yang já havia se preparado para isso. Enquanto a fortaleza acelera, ele atira em um dos motores e o destrói, fazendo a fortaleza girar, o que cria forças estruturais extremas. Essas forças junto com o martelo de Thor fazem com que a fortaleza toda entre em colapso, explodindo e levando boa parte da frota restante. Vale notar que a estratégia do Yang só funcionou porque a fortaleza estava acelerando, se ela já estivesse na velocidade certa, seria impossível mudar sua rota de colisão.

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Com a chegada do Yang, uma situação que estava bem complicada se resolveu de forma simples. Yang Wenli realizou mais um milagre em suas batalhas.

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Como resultado final, Reinhard, com base em suas memórias de Kircheis decide não punir Muller por sua derrota desastrosa da oitava batalha de Iserlohn, evidenciando a grande influência que o ruivo tinha sobre o lorde Lohengramm, fato que deixa todos no Império incertos ao futuro de sua nação e ao próprio futuro de Reinhard.

Acompanhe a A Grande Jornada Galáctica desde o início.

https://portaltanaka.wordpress.com/2015/06/01/vitoria-pelo-bem-de-quem/

https://portaltanaka.wordpress.com/2015/05/17/quando-a-chuva-de-tristeza-cai/

https://portaltanaka.wordpress.com/2015/05/10/a-setima-batalha-de-iserlohn/

https://portaltanaka.wordpress.com/2015/05/03/dentro-da-noite-eterna-a-batalha-de-astarte/

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